O pacote Metal Gear Solid HD será lançado no Brasil no dia 21 de novembro, segundo informações divulgadas pela Konami nesta quinta-feira (27). O game, disponível para Xbox 360 e Playstation 3, conta com Metal Gear Solid 2, Metal Gear Solid 3, Metal Gear Solids: Peace Walker, Metal Gear e Metal Gear 2.
A série Metal Gear Solid é fruto do trabalho de Hideo Kojima. O jogador controla vários personagens do universo do game, como forças especiais de elite enviadas para missões de invasão por solo a bases inimigas, vastas florestas e algumas vezes até para batalhas pesadas.
O Metal Gear Solid original não está incluso no pacote, mas, se o jogador comprar a versão Ultimate HD, disponível só para Playstation 3, recebe um código para baixar o jogo.
O planeta Júpiter tem um nome justo, em homenagem ao rei dos deuses na mitologia romana: sendo o maior planeta do sistema solar, se todos os outros objetos (com exceção do sol) fossem esmagados juntos, iriam caber dentro de sua esfera.
Adequar o tamanho do gigantesco Júpiter é apenas um dos muitos desafios científicos que cercam o planeta.
No início de agosto, a NASA vai lançar uma missão até Júpiter, chamada “Juno”, uma nave espacial que vai chegar ao planeta em 2016 e ajudar a desvendar seus maiores mistérios, que incluem:
Faixas de nuvens e tempestades
Júpiter parece um ovo de Páscoa (e não estamos falando daquele de chocolate, mas os tradicionais ovinhos pintados) cuidadosamente tingido.
Tons mais leves, chamadas zonas, e tons mais escuros, chamados cintos, alternam-se no mundo maciço. Quão profundas essas características são, no entanto, é totalmente incerto.
“Não sabemos se as zonas e cintos são apenas uma característica de superfície, e por dentro, Júpiter está rotando como um corpo sólido”, disse Scott Bolton, principal pesquisador da missão Juno. Alternativamente, Júpiter poderia ser uma série de cilindros concêntricos, e o que vemos são seu começo, como zonas e cintos.
As listras são conhecidas por desaparecer sem deixar nenhum rasto. Uma delas, com o dobro do tamanho da Terra, desapareceu em maio de 2010. Por que as listras permanecem separadas e somem e reaparecem não está bem explicado, nem mesmo como as zonas e cintos obtêm suas cores distintas.
Grandes vórtices agem como redemoinhos na atmosfera de Júpiter, mas estes também não são bem compreendidos. A “Grande Mancha Vermelha” é a mais reconhecida destas tempestades, tendo sido observada há mais de 300 anos. “Nós não sabemos o que está alimentando essa coisa”, disse Bolton.
Juno vai fazer medições de temperatura de todo o planeta para fazer um modelo atmosférico mais regular de Júpiter.
Onde está a água?
Juntamente com Saturno, e a grande maioria dos exoplanetas detectados até agora, Júpiter é classificado como um gigante gasoso – ou seja, uma grande bola de hidrogênio e gás hélio, os dois elementos mais comuns em estrelas e no universo. A maioria dos restos do sol e da formação do sistema solar acabou em Júpiter.
No entanto, as quantidades de elementos mais pesados, como carbono, nitrogênio e enxofre flutuando entre nuvens de Júpiter são estranhamente superiores às encontradas no sol. Os cientistas pensam que a água na atmosfera de Júpiter poderia ter ajudado a enriquecer o planeta com esses elementos. Conforme a água congela, ela capta materiais dispersos, e Júpiter poderia ter engolido muitos desses pedaços.
Mas o problema é que a água não foi encontrada nas concentrações esperadas no planeta. Juno vai procurar sinais de água para ajudar a explicar por que Júpiter tem sua composição distinta.
Descobrir isso, por sua vez, vai ajudar a entender como os pedaços menores do sistema solar apareceram. “O objetivo principal de Juno é entender os fundamentos de como o sistema solar se formou e como os planetas foram criados”, disse Bolton. “Estamos tentando descobrir a receita para fazer planetas, e estamos ainda na lista de ingredientes”, explica.
O núcleo
Pesquisadores ainda não sabem direito como é o núcleo de Júpiter, mas acreditam que talvez seja feito de rocha superaquecida sob alta pressão.
“Os modelos dizem que a massa do núcleo de Júpiter tanto pode ser zero quanto pode ser vinte massas da Terra, e isso é devido à falta de dados”, conta Bolton.
Juno vai ajudar a preencher os espaços em branco fazendo medições de gravidade, o que deve indicar a distribuição de massa no interior profundo de Júpiter.
Show de luzes
Júpiter possui o mais forte campo magnético do sistema solar, com exceção do sol. Pesquisadores acreditam que esse campo é gerado por uma camada de hidrogênio altamente comprimida, que desenvolve propriedades líquidas metálicas no fundo de Júpiter.
A estrutura que o campo magnético forma – chamada de magnetosfera – conforme o “vento solar” de partículas carregadas passa é verdadeiramente titânica.
“A magnetosfera de Júpiter é sem dúvida a maior estrutura em todo o sistema solar”, diz Bolton (tirando a “heliosfera”, o vento solar em torno do sol). A magnetosfera é arrastada até a órbita de Saturno.
Auroras, como as nossas, embora imensamente mais poderosas e com características notadamente diferentes, brilham nos polos de Júpiter. Juno, que irá circundar o planeta em uma órbita polar, terá uma excelente vista delas, ajudando a desvendar os mecanismos dos redemoinhos magnéticos de Júpiter.[Life'sLittleMysteries]
Imagens interessantes tiradas do espaço pelo telescópio
Aqui está uma visão da lua que você nunca verá aqui da Terra: vista de cima, ou pelo menos uma reconstituição de como ela deve ser.
Cientistas da NASA criaram esse mosaico unindo 983 imagens do Pólo Norte da lua, capturadas pelo Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO). A sonda robótica do LRO, que vem mapeando a parte superior da lua desde 2009, conseguiu milhares de imagens das regiões polares da lua com uma câmera grande-angular.
Como a lua se inclina sobre seu eixo em um ângulo de 1,54 graus (a Terra tem um grau de inclinação de 23,5 graus), algumas partes da superfície nunca recebem a luz do sol. Um dos objetivos da missão LRO é identificar essas regiões de sombra permanente.
A sonda tirou as fotos da imagem composta acima no auge do verão no hemisfério norte de nosso satélite – o momento em que o pólo é mais iluminado. Assim, as áreas escuras – como as presentes ao longo das bordas de crateras profundas e nas imediações do pólo – são, provavelmente, permanentemente escuras. [Life'sLittleMysteries]
Imagens interessantes tiradas do espaço pelo telescópio
As missões espaciais possibilitaram que nós conhecêssemos nosso mundo, nos maravilhando com descobertas e estabelecendo de uma vez por toda que nós, os humanos, não somos tão grande coisa assim – pelo contrário, somos apenas um ponto no universo. A NASA fechou seu programa de ônibus espaciais para iniciar uma nova fase. Em virtude desse “final de capítulo”, que tal recordar as missões mais memoráveis dessa frota?
1 – Primeiro voo: STS-1 (Columbia)
Em 12 de abril de 1981, o ônibus espacial Columbia decolou pela primeira vez, levando os astronautas John Young e Bob Crippen. Essa missão marcou muitas estréias, incluindo a primeira vez que motores de foguetes de combustível sólido foram utilizados para a propulsão de uma nave espacial em órbita, e a primeira vez que uma nave espacial pousou na Terra deslizando por uma pista, em vez de pelo oceano. O voo do Columbia foi também o primeiro tripulado. Embora a missão tenha tido algumas anomalias, no geral realizou uma viagem inaugural excepcional.
2 – White Sands: STS-3 (Columbia)
Em 22 de março de 1982, o terceiro voo da frota, a NASA se focou em testes adicionais do ônibus espacial, incluindo seu sistema de braço robótico, Canadarm, e sua proteção térmica. Por causa de fortes ventos no local de aterragem previsto, na Califórnia, o ônibus foi forçado a pousar em White Sands. Enquanto o local, agora chamado de White Sands Space Harbor, continua a ser um mecanismo alternativo de pouso para ônibus espaciais, eles nunca mais aterraram lá depois da missão STS-3.
3 – Primeira mulher americana no espaço: STS-7 (Challenger)
A tripulação da missão STS-7 do ônibus espacial Challenger incluiu Sally Ride. O voo ocorreu em 18 de junho de 1983, levando a primeira mulher americana no espaço (isso ocorrey 20 anos após a missão que lançou a primeira mulher para o espaço, a russa Valentina Tereshkova, ex-União Soviética). Durante a missão STS-7, os astronautas a bordo, liderados por Bob Crippen, implantaram dois satélites de telecomunicações, um para o Canadá e um para a Indonésia. Esta foi a sétima missão espacial, e a segunda da nave Challenger. Na época, os cinco astronautas na STS-7 eram a maior tripulação a voar junta no espaço.
4 – Primeiro afro-americano no espaço: STS-8 (Challenger)
A próxima missão espacial foi o primeiro voo de um afro-americano no espaço, Guion Bluford, lançado a bordo do ônibus espacial Challenger, em 30 de agosto de 1983, com quatro outros astronautas liderados pelo comandante Richard Truly. A tripulação lançou um satélite meteorológico indiano em órbita, e realizou um conjunto de experiências científicas. Eles também testaram o Canadarm. Esta missão foi também a primeira vez que um ônibus espacial decolou e pousou durante a noite.
5 – Inauguração de laboratórios espaciais: STS-9 (Columbia)
A missão STS-9 do ônibus espacial Columbia, lançada em 28 de novembro de 1983, foi uma missão dedicada inteiramente à ciência. Foi a primeira missão a utilizar o módulo “Spacelab”, um laboratório de experimentos científicos cilíndrico embalado na baía de carga do ônibus. Os seis tripulantes a bordo passaram 10 dias em uma agência espacial da NASA programada para demonstrar a utilidade da nave em conduzir pesquisas científicas avançadas. O Spacelab foi usado em 22 missões espaciais até abril de 1998.
6 – Primeira “caminhada” no espaço: STS-41B (Challenger)
O voo STS-41B da nave Challenger decolou em 3 de fevereiro de 1984 e marcou a primeira vez que um astronauta andou fora do ônibus espacial sem estar amarrado. Os astronautas Bruce McCandless e Robert L. Stewart testaram uma mochila robótica com propulsores próprios que permitiram que eles se movimentassem, tornando-se os primeiros humanos a orbitarem a Terra. Esta missão também marcou a primeira vez que uma nave espacial pousou onde foi lançada, no Kennedy Space Center da NASA, na Flórida.
7 – Arrumando satélites: STS-41C (Challenger)
Em 6 de abril de 1984, o ônibus espacial Challenger embarcou em uma missão para reparar o mau funcionamento de satélites – a primeira vez que um concerto ocorreu no espaço. A missão que precisava de reparo foi lançada em 1980 para estudar erupções solares. Os astronautas usaram uma combinação de caminhadas espaciais e manobras robóticas para substituir o mecanismo de controle e sistemas eletrônicos do satélite, aumentando significativamente sua vida útil. Isso abriu caminho para missões de naves espaciais de serviço, como as que repararam o telescópio espacial Hubble.
8 – Primeiro desastre espacial: STS-51L (Challenger)
Em 28 de janeiro de 1986, o programa de ônibus espaciais da NASA sofreu suas primeiras perdas, quando sete tripulantes morreram – um deles a professora Christa McAuliffe, que havia sido selecionada para ser a primeira professora no espaço. A nave Challenger se desintegrou logo após o lançamento. O problema começou com um clima excepcionalmente frio, que impediu uma borracha de um dos propulsores da nave de manter a sua vedação, permitindo que gás quente vazasse e danificasse o tanque de combustível externo da nave e o hardware que anexava o impulsionador ao veículo. O foguete se separou do ônibus espacial, e o tanque de combustível se rompeu, fazendo com que a nave fosse dilacerada por tensões aerodinâmicas. Levou dois anos de investigações e modificações para um ônibus espacial da NASA voar novamente.
9 – O retorno: STS-26 (Discovery)
Demorou 2 anos e meio para a NASA se reagrupar e lançar uma missão de retorno, a STS-26 da nave Discovery, liderada pelo comandante Frederick Hauck, em 29 de setembro de 1988. Após Challenger, a agência espacial realizou uma revisão completa do programa e fez muitas correções para evitar outro acidente do tipo. A missão STS-26 implantou um satélite de comunicações e incluiu uma série de experimentos científicos. Infelizmente, Challenger não foi a última derrota da NASA, embora ela mantivesse um registro limpo por 15 anos depois da missão do Discovery.
10 – Lançamento de Hubble: STS-31 (Discovery)
O ônibus espacial Discovery tem mais um lançamento notável a sua lista: o telescópio mais famoso do mundo, o Telescópio Espacial Hubble, em 24 de abril de 1990. A tripulação de cinco astronautas do Discovery, liderada pelo comandante Loren Shriver, passou cinco dias no espaço implantando o observatório e conduzindo experiências científicas. Por causa de seu ponto de vista do espaço, além da atmosfera da Terra, o Hubble pode tirar muito mais fotos detalhadas do que os telescópios em terra. Entretanto, logo após seu lançamento, os cientistas perceberam que um erro na construção do espelho principal de Hubble comprometia significativamente a qualidade das imagens, fazendo com que saíssem borradas. Felizmente, o Hubble é o único telescópio projetado para ser atendido no espaço por astronautas.
11 – Três pessoas caminhando no espaço: STS-49 (Endeavour)
Em 13 de maio de 1992, durante a primeira missão do ônibus espacial Endeavour, um trio de astronautas realizou o primeiro passeio espacial que envolveu mais de dois astronautas de uma só vez. Pierre Thuot, Richard Hieb e Thomas Akers capturaram e repararam um satélite de comunicações preso na órbita errada desde o seu lançamento no início de março de 1990. Os astronautas anexaram com êxito um foguete para impulsionar a nave espacial em sua órbita geoestacionária correta.
12 – Concertando Hubble: STS-61 (Endeavour)
Três anos após seu lançamento no espaço com lentes defeituosas, a NASA mandou o ônibus espacial Endeavour na missão STS-61, em 2 de dezembro de 1993, para que engenheiros corrigissem o problema. A tripulação, liderada pelo comandante Richard Covey, passou 10 dias fazendo caminhadas espaciais para instalar o novo hardware. A nova óptica arrumou o desfoque e a missão STS-61 foi declarada um sucesso triunfal, abrindo portas para o Hubble revolucionar nossa compreensão do universo. Quatro outras missões de serviço foram enviadas para melhorar o Hubble ao longo dos anos.
13 – Parceria russo-americana: STS-71 (Atlantis)
Os Estados Unidos e a Rússia começaram a corrida espacial como concorrentes, mas evoluíram para colaboradores. Um dos momentos mais brilhantes dessa parceria ocorreu em 27 de junho de 1995, quando um ônibus espacial dos EUA foi à estação espacial russa Mir. A nave Atlantis levou dois cosmonautas russos para começar a sua estadia de meses de duração na Mir. A missão também pegou um astronauta da NASA e outros dois cosmonautas que já estavam em Mir para lhes dar uma carona de volta para casa.
14 – O mais velho astronauta no espaço: STS-95 (Discovery)
A nave Discovery levou a pessoa mais velha ao espaço até à data em 29 de outubro de 1998, quando decolou com o astronauta e senador americano John Glenn. Glenn, com 77 anos, estava participando de seu segundo voo espacial, após o lançamento de Friendship 7 em 20 de fevereiro de 1962. Glenn foi um dos “sete originais” (“Mercury 7”, o único grupo de astronautas com membros que voaram em todas as classes de espaçonave tripulada da NASA). Ele foi a quinta pessoa a pisar no espaço e o primeiro americano a orbitar a Terra.
15 – Primeira Estação Espacial Internacional: STS-88 (Endeavour)
A agora completa Estação Espacial Internacional foi possível graças ao transporte de seus componentes pelos ônibus espaciais. Em 1998, a construção da estação espacial estava apenas começando. O primeiro ônibus espacial da NASA a visitar a estação foi o Endeavour, na missão STS-88 em 4 de dezembro de 1998. Ele realizou o primeiro módulo americano, uma unidade ligada ao primeiro segmento da estação espacial, o módulo Zarya da Rússia, lançado menos de um mês antes.
16 – Adeus Columbia: STS-107 (Columbia)
A trágica perda do ônibus espacial Columbia – o primeiro ônibus espacial da NASA – em 1 de fevereiro de 2003 foi um golpe fulminante para o programa de ônibus espaciais. A tripulação de sete membros, liderada pelo comandante Rick Husband, lançada em 16 de janeiro daquele ano, estava voltando para casa após uma missão bem sucedida de 16 dias, cheia de experiências científicas quando a nave “quebrou” durante sua reentrada na Terra. A causa foi atribuída a um pedaço de espuma isolante do tanque externo do ônibus, que descamou no momento do lançamento e impactou a asa esquerda da nave. Embora ninguém soubesse disso na época, análises posteriores mostraram os restos de um buraco do tamanho da placa na asa, fazendo com que o veículo não suportasse as tensões de reentrada na Terra.
17 – O segundo retorno: STS-114 (Discovery)
Em 26 de julho de 2005, a frota de ônibus espaciais tripulados voou novamente após um acidente fatal (dessa vez, a perda da nave Columbia). A nave Discovery lançou a missão STS-114 de 13 dias, liderada por Eileen Collins, para testar as técnicas de segurança novas que tinham sido desenvolvidas pós-acidente. A tripulação da Discovery também testou técnicas de reparo térmicas durante várias caminhadas espaciais. Desde então, tais inspeções tornaram-se padrão de todas as missões espaciais.
18 – A última missão: STS-135 (Atlantis)
Em 2011, o programa de ônibus espacial lançou seus últimos vôos. A missão final, com o ônibus espacial Atlantis em 28 de junho de 2011, carregou astronautas e um compartimento de carga embalado até a borda com material de reposição para a Estação Espacial Internacional. O ônibus espacial Discovery foi lançado em sua última missão em 24 de fevereiro de 2011, levando material para completar a porção americana do laboratório orbital. O ônibus espacial Endeavour decolou em sua última viagem espacial dia 29 de junho, para levar um experimento de astrofísica de raios cósmicos e uma carga de hardware extra para a estação espacial. Após os voos finais no espaço, três naves da NASA serão doadas a museus americanos.[Space]
Informações retiradas do site: hypescience.com
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